Em Ciências Sociais, economia do dom, economia da doação ou economia da dádiva ou ainda cultura da dádiva é uma forma de organização social na qual os membros fazem doações de bens e serviços valiosos, uns aos outros, sem que haja, formal ou explicitamente, expectativa de reciprocidade imediata ou futura (Wikipédia).
Existe um impulsor humano natural responsável pela generosidade? O que levaria sermos mais ou menos predispostos a atuar como voluntários de ações sociais? Decide pelo coração ou pela vontade da razão, o empresário que investe um percentual do faturamento da empresa em projetos socialmente responsáveis? Podemos dizer que a Responsabilidade Social é movida por alguns eixos. Entre eles, os que considero mais importantes são: o conceitual, o estratégico e o prático. Todos relevantes para o processo de incorporação dessa responsabilidade social, uma dinâmica que se constrói todos os dias.
Diante dessas prerrogativas e pensando nos três principais eixos da responsabilidade social – conceito, estratégia e prática, pude compreender a pronta resposta recebida de amigos e familiares quando, da divulgação da precariedade de recursos enfrentados por comunidades ribeirinhas da Ilha do Marajó e pela luta constante destes por reconhecimento de sua existência, as doações começaram a acontecer de forma generosa.
É com satisfação enorme que hoje, através da participação de muitos que já conhecem nossos projetos e praticaram o ato de doar, posso divulgar essa generosidade através das listas de materiais in natura que recebemos.
Se sua contribuição ainda não chegou até nós, tenho certeza que está a caminho. Se já chegou, aproveito para expressar em nome de toda equipe nosso agradecimento pela sua generosidade. Se ainda não conhece nossos projetos, faça-nos uma visita: www.criancasdamazonia.org.
Neila Zocca
nzocca@enfantsdamazonie.org
Coordenadora de parcerias





